terça-feira, 5 de novembro de 2013

Seminário Balaio do Patrimônio, IPHAN-PA

31 de julho de 2013 às 21:22


PROGRAMAÇÃO

16 de agosto de 2013 | Local: Auditório Iphan/Pa
  • Apresentação dos Resultados do INRC Carimbó na RMB (9h-12h/14h-18h)
Msc. Edgar Chagas Jr. (Coordenador pesquisa INRC Carimbó/Fidesa)
Prof. Msc. Andrey Faro (Pesquisador INRC Carimbó/Fidesa)


19 de agosto de 2013 | Local: Auditório Iphan/Pa
  • Credenciamento Balaio do Patrimônio (9h às 12h)
19 de agosto de 2013 | Local: Igreja de São João
  • Apresentação musical (18h às 19h)
Quarteto de Cordas Paulino Chaves (Projeto ProExt UEPA)
  • Cerimônia de Entrega da Obra de Restauração da Igreja de São João (19h)
Jurema Machado (Presidenta Iphan)


20 de agosto de 2013 | Local: Auditório Anexo Iphan/Pa
  • Palestra de Abertura: Política Nacional de Preservação do Patrimônio Cultural (9h às 12h)
Jurema Machado (Presidenta Iphan)
  • Palestra 1: Políticas públicas e quilombos (14h às 18h)
Prof. Dr. José Arruti (Docente UNICAMP)


21 de agosto de 2013 | Local: Auditório Anexo Iphan/Pa
  • Palestra 2: Produção de Conhecimento e Políticas Públicas para Arquivos (9h às 12h)
Prof. Dr. Paulo Knauss (Diretor Arquivo Público do RJ)
  • Mesa redonda 1: Iniciativas de Preservação e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Paraense (14h às 18h)
- Pequenos Mestres de Carimbó (Maracanã/Ilha de algodoal/Vila de Fortalezinha): Manoel Teixeira – “Preto” (Fundador e coordenador do Espaço Cidadão Tio Milico)
- Apeú, em contos eu conto (Castanhal/Vila de Apeú): Ronildo dos Santos (Coordenador do Projeto)
- Contadores aluados e sua carroça de estrelas – Espetáculo Teatral (Baião/PA): Stéfano Santos (Coordenador do Projeto)
- Preservação da memória do acervo fílmico do MIS/Pa (Belém/PA): Paula Macedo (IAGUA)
- Belém dos Imigrantes (Belém/PA): Prof. Dr. Aldrin Figueiredo (Coordenador CMA/UFPA)


22 de agosto de 2013 | Local: Auditório Anexo Iphan/Pa
  • Palestra 3: Sistema Integrado de Gestão e Conhecimento (SICG) (9h às 10h30)
Msc. George Alex da Guia (DEPAM/Iphan)
  • Palestra 4: Preservação do Patrimônio e Captação de Recursos (10h30 às 12h)
Msc. Jorge Guimarães (Diretor de Gestão de Mecanismo de Fomento/MinC)
  • Mesa redonda 2: Educação e Patrimônio Cultural (14h às 18h)
- Ação Educativa das Obras de Restauração da Igreja do Carmo: Armando Sobral (Coordenador Projeto)
- Projeto Realidade Aumentada para o Centro Histórico de Belém: Msc. Mariana Sampaio (Fórum Landi)
- Centro Histórico de Belém, Obras de Landi e ensino da geometria: Profa. Dra. Rita Gil (IFPA/Campus Belém)
- Circuito das Águas: Fatinha Silva (FCPTN/Centur)


23 de agosto de 2013 | Local: Auditório Anexo Iphan/Pa
  • Palestra 5: Cidadania, Planejamento Estratégico e Povos Indígenas (9h às 12h)
Profa. Dra. Lux Vidal (Docente USP)
  • Painel 1: Balanço das Práticas Patrimoniais - Municípios que Aderiram ao Acordo de
Preservação do Patrimônio Cultural no Pará (14h às 18h)
- Afuá - Aveiro - Belterra - Belém - Bragança - Cametá - Óbidos - Santarém - Vigia
  • Encerramento e Apresentação Cultural (18h às 21h)

Antropologia e Geografia: identidade, território, educação

Mesa Antropologia e Geografia: identidade, território, educação. org.pelo nosso Coletivo Quilombola, agora oficialmente vinculado ao CERES/ Unicamp. — com Avelar Junior (marca solicitada), Ednizia Kuhn (marca solicitada), Alex Ratts (marca solicitada), Tiago Rodrigues, Cassius Cruz, Luanda Soares Sito e José Maurício Arruti.





Evento da Agenda do Coletivo Quilombola 2013.2

SEMINÁRIO: ARTE E SOCIEDADE INDÍGENA: diálogos sobre patrimônio e mercado

SEMINÁRIO
ARTE E SOCIEDADE INDÍGENA: diálogos sobre patrimônio e mercado
CPEI - IFCH - UNICAMP
30 de Outubro de 2013, Auditório II 

Este seminário, proposto no âmbito do projeto ‘Artesanato Pankararu: memória e patrimônio, educação e sustentabilidade’, realizado pelo CPEI em convênio com o IPHAN, tem por objetivo reunir um conjunto de intervenções antropológicas e indígenas sobre o tema da arte e do artesanato, tomados em uma dupla dimensão, a patrimonial e a econômica.
A pertinência desta proposta surge da observação das tensões e transformações que vem se operando na relação entre sociedades indígenas e sua cultura material. Esta relação pode ser mediada por uma concepção da produção material indígena como parte de saberes próprios e tradicionais, expressão de sua cosmologia ou instrumento de valorização identitária. Ou, por outro lado, esta relação pode ser mediada por noções típicas das relações de consumo, diante das quais seu valor está associado à sua incorporação em coleções de arte, a objetos da indumentária de moda, na esteira dos “novos valores” da sociedade pós-industrial  e aos novos usos e redefinições da noção de “cultura” no cenário político contemporâneo” .
O próprio espaço de vida e de referências estéticas indígenas incorpora esta tensão, na medida em que podemos observar nos seus artesãos tanto o compromisso com a produção de artefatos tomados como ‘tradicionais’, quanto o interesse em produzir objetos novos, relacionados a projetos e modos de vida contemporâneos, que implicam novas referências estéticas, materiais, estilos, usos e modos de produção.  
Apesar de tudo isso aparecer misturado na prática, tais tendências apontam para dois modos de apropriação da arte ou artesanato indígenas e tradicional, do patrimônio e do mercado.
Para a discussão desses temas elaboramos um seminário organizado em duas mesas, uma centrada na questão pankararu, referência empírica do projeto em curso e que dá ensejo ao próprio seminário, e outra em uma discussão mais ampla sobre a relação entre mercado e patrimônio. Essas mesas ocorrerão em associação com as “Quartas da Antropologia”, evento mensal do PPGAS- UNICAMP, que neste edição será dedicado ao tema da relação entre Antropologia e Arte Indígena.


PROGRAMA

Abertura (9h00 - 9h15)
José Maurício Arruti

Mesa ‘ESTÉTICA E RITUALIDADE PANKARARU’ (9h15 - 12h00)
Marcos Alexandre Albuquerque ( 30 min)
Claudia Mura (30 min)
Rita Pankararu (30 min)
Debate (30 min)

ALMOÇO (12h00-14h00)

Mesa ‘ARTE INDÍGENA: ENTRE PATRIMÔNIO E MERCADORIA’ (14h00 - 19h00)
Ilana Goldstein (30 min)
Edson Gomes (30 min)
Ava Fulni-ô (30 min)
Debate (30 min)

Coffee-break (16h30 - 17h00)

Palestra | Quartas da Antropologia (17h - 19h)
Lucia Hussak van Velthem (50 min)

Debate (1h00)


RESUMOS

Marcos Alexandre Albuquerque – “O praiá ankararu: objeto, imagem e direitos”
Desde a famosa “Missão de 1938” promovida por Mário de Andrade no período em que foi diretor do Departamento de Cultura da cidade de São Paulo, até as manifestações atuais, promovidas, por exemplo, por ONGs e CIMI, a máscara praiá é o elemento de maior destaque na imagética dos indígenas Pankararu. Essa imagética apenas assume a “indianidade” dessa população quando essa é representada pelo modelo do índio genérico, sendo a máscara praiá o paradigma no caso Pankararu. Essa apresentação pretende mostrar como esse registro imagético foi historicamente construído na relação desses indígenas com o estado e de que maneira esse repertório é atualizado nas atuais políticas culturais Pankararu (performances, internet, workshops e outras).
- Mestrado em Sociologia pela UFPB e doutorado em Antropologia Social pela UFSC, prof. da UERJ.


Claudia Mura - "Performances rituais e processos políticos entre os Pankararu”
A comunicação concentra-se nos aspectos políticos que permeiam as práticas rituais Pankararu e na elaboração e sistematização de fluxos culturais -ideias, conceitos, valores e itens materiais- em um contexto marcado por uma crescente ênfase na etnicidade. Visa-se destacar a relevância das performances rituais, entendidas como ações sobre o mundo, portanto, como atos morais e políticos indissociáveis do contexto experiencial, dos princípios organizacionais, das diferentes situações históricas e a interação da coletividade com diversas agências e agentes. Propõe-se uma analise das performances rituais como atos reivindicativos para fora, bem como eventos comunicativos para dentro, que proporcionam experiências éticas e emocionais à comunidade política e étnica e impulsionam a solidariedade grupal.
- Mestrado e doutorado em Antropologia Social pelo Museu Nacional, UFRJ, profa. da UFAL.


Ilana Goldstein - “Arte em contexto: o estudo da arte nas Ciências Sociais”
Apresentaremos algumas abordagens antropológicas e sociológicas da arte.   Os temas discutidos são: a “distinção” por meio do conhecimento sobre a arte; a   importância das instâncias de legitimação na definição do que é arte; a relação entre   a distinção artística e cosmologia em sociedades tradicionais; e o debate sobre a   universalidade da categoria “estética”.
- Mestrado na USP e na Universidade de Paris (Sorbonne Nouvelle), doutorado em Antropologia Social (Unicamp), profa. do Centro Universitário SENAC e da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).


Edson Gomes - “A experiência da ‘Ameríndia’”
A apresentação se foca nos aspectos da importância do comércio dos artefatos indígenas para as próprias populações indígenas envolvidas em seu processo produtivo, em um contexto atual. Aborda também a relação existente entre a arte indígena e o artesanato indígena, buscando aproximar-se do ponto de vista do próprio índio.
- Especialista em Arqueologia Brasileira pela Universidade de Santo Amaro, proprietário da Ameríndia Arte Indígena Brasileira.


Lucia Hussak van Velthem - “A estética wayana: humanos, animais, sobrenaturais”
A apresentação enfocará os Wayana, povo indígena de língua Carib que vive no norte do Estado do Pará. Tendo como ponto de partida os bens materiais e os grafismos produzidos e utilizados, a exposição volta-se para a compreensão das categorias através das quais a sociedade wayana pensa e formula seu próprio sistema estético que enfatiza entidades não humanas e conceitos cosmológicos mais amplos.
- Mestrado e doutorado em Antropologia Social pela USP, pós-Doutorado no EREA-CNRS (França), pesquisador titular do MCTI e da SCUP - MCTI em Brasilia.


DEPOIMENTOS:

Rita de Cassia dos Santos (Rita Pankararu)  - Coordenadora dos professores de Arte e Cultura Indígena das escolas indígenas Pankararu, Diretora do Museu-Escola Pankararu (PE).


Avanil Florentino de Oliveira (Ava Fulni-ô) - Artesã indígena (SP), Presidente do Conselho Municipal dos Povos Indígenas (São Paulo/SP), membro do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (SP), coordenadora cultural da Articulação dos Povos Indígenas (ARPIN-sudeste), membro da Comissão Indígena na Câmara dos Deputados (Brasília).



ORGANIZAÇÃO:

José Maurício Arruti (Prof. Dr. PPGAS UNICAMP / CPEI)
Virgínia Borges (CPEI)
Alessandra Traldi (CPEI / Comitê editorial da PROA: revista de antropologia e arte)
Bolsistas PAPI: Amanda Sequeira e Suyanne Bacelar (CPEI)

APOIO:
Programa de Pós-Graduação em Antropologia
Secretaria de Eventos do IFCH
FAEPEX - UNICAMP

29a. RBA - GT Histórias indígenas e Contextos do Indigenismo: classificações, territórios e reflexividade cultural

045. Histórias indígenas e Contextos do Indigenismo: classificações, territórios e reflexividade cultural


Coordenadores: José Maurício Paiva Andion Arruti (UNICAMP), Maria Rosa´rio Gonçalves de Carvalho (Universidade Federal da Bahia)

Este GT pretende retomar, e renovar, uma linha consagrada da reflexão sobre os povos indígenas, qual seja, a da História Indígena e do Indigenismo, assim como homenagear um dos seus principais expoentes entre nós, John Monteiro (1956-2013). Para isso, além de apontar a necessidade de pluralizar as histórias indígenas e de reler o indigenismo em seus variados contextos, propomos realizar este duplo movimento a partir do cruzamento de três temas. (a) Das classificações sociais: questões relativas à própria construção e reconstrução da noção de índio e de indígena, e que mobiliza desde as lógicas de distinção e alianças locais até os mecanismos de nominação coloniais e nacionais. (b) Dos territórios: considerando desde uma etnologia das territorialidades nativas até o que temos denominado de processos de territorialização, para designar o modo especifico pelo qual o território é usado como modo de definir unidades de intervenção estatais. (c) Da reflexividade cultural: modos pelos quais os povos indígenas têm apreendido, incorporado e ressignificado categorias científicas, jurídicas e administrativas, o que nos impele a pensá-las de outro modo que não como simples objeto de saber-poder, ou como cosmologias encerradas em si mesmas. Cruzam tais eixos temas como, as sobreposições territoriais, as etnogêneses, as estratégias de performatividade identitária, as figuras indígenas de mediação cultural, tais como os tradutores, capitães, professores e funcionários do órgão indigenista.

Encontros sobre Conjuntura Quilombola - maio e junho de 2013




Conferencias sobre Antropología e Historia en Brasil: población indígena y afrobrasileña

Conferencias de José Mauricio Arruti sobre Antropología e Historia en Brasil: población indígena y afrobrasileña

Actividad de centro | (Italia - Università di Bologna - Aula C Santa Cristina)
29 y 30 de abril de 2013
Conferência do José Maurício Arruti, Antropologia e História no Brasil: população indígena e afro-brasileira
Actividad organizada por el Corso di Storia e Istituzioni dell’America Latina, Alma Mater Studiorum - Università di Bologna, Dipartimento di Scienze politiche e sociali. José Mauricio Arruti es investigador del Centro de Pesquisa em Etnologia Indígenas de la Universidade de Campinas – São Paulo. Títulos de las conferencias: 29 de Abril: Os Pankararu: etnogênese e migração para a metrópole. 30 de Abril: Dos 'estudos raciais' a uma 'etnologia quilombola'. Intervienen: Lucio Pegoraro, Roberto Vecchi y Sofia Venturoli.

Seminário do grupo de Filosofia Política: Tensões da Democracia