segunda-feira, 21 de junho de 2021

Denied recognition: threats against the rights of quilombola communities (in: A Horizon of Im-possibilities, 2021)



A Horizon of (Im)possibilities

Edited by Katerina Hatzikidi and Eduardo Dullo
15 September 2021
229 × 152 mm
195 pp
Formats:
Paperback: 978-1-908857-89-7
PDF: 978-1-908857-92-7

The 2018 presidential election result in Brazil surprised and shocked many. Since then, numerous debates and a growing body of texts have attempted to understand the country’s, so-called ‘conservative turn’.

A gripping in-depth account of politics and society in Brazil today, this new volume brings to together a myriad of different perspectives to help us better understand the political events that shook the country in recent years. Combining ethnographic insights with political science, history, sociology, and anthropology, the interdisciplinary analyses included offer a panoramic view on social and political change in Brazil, spanning temporal and spatial dimensions. Starting with the 2018 presidential election, the contributors discuss the country’s recent –or more distant– past in relation to the present. Pointing to the continuities and disruptions in the course of those years, the analyses offered are an invaluable guide to unpacking and understanding the limits of political democracy, including what has already come to pass, but also what is yet to come.

Foreword
Carly Machado

Introduction: Brazil’s conservative return
Katerina Hatzikidi and Eduardo Dullo

Looking back: How did we get here?

1. The past of the present
Lilia Moritz Schwarcz

2. Denied recognition: threats against the rights of quilombola communities
José M. Arruti and Thaisa Held

3. From Orkut to Brasília: the origins of the New Brazilian Right
Camila Rocha

4. Ritual, text and politics: the evangelical mindset and political polarization
David Lehmann

The horizon ahead: Where are we going?

5. After affirmative action: redrawing colour lines in Brazil
Graziella Moraes Silva

6. From protests to silence: social movements in contemporary Brazil
Andreza A. de Souza Santos

7. Development opportunity or national crisis? The implications of Brazil’s political shift for elite philanthropy and civil society organising
Jessica Sklair

8. Politics and collective mobilisation in post-PT Brazil
Jeff Garmany

Conclusion: Shifting horizons
Katerina Hatzikidi and Eduardo Dullo

Afterword – ‘No matter who won’
Taily Terena, João Tikuna, Gabriel Soares

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Seminário UFSC - A pandemia de covid-19 nos quilombos



Gravação do evento:
https://youtu.be/DYn_SoKGbtc

BPQ#3 | Pesquisa os temas Corpo, Consulta Prévia e Contribuições Pós-coloniais

O Boletim Panorama Quilombola é um projeto do Programa Quilombos: memórias, configurações regionais e os desafios da desdemocratização, desenvolvido pelo Núcleo Afro-Cebrap em parceria com o LaPPA - Laboratório de Pesquisa e Extensão com Povos Ameríndio, Afroamericanos e Tradicionais (CERES-IFCH), da Unicamp. Seu objetivo é dar visibilidade à temática quilombola, abordando-a de forma qualificada, por meio de uma linguagem acessível, a partir do diálogo entre a militância e a academia. Nosso foco está no monitoramento da abordagem do tema na mídia, na produção de breves dossiês temáticos e de entrevistas com personagens quilombolas de destaque.

O BPQ | Pesquisa apresenta breves dossiês so- bre pesquisas individuais ou de grupos de pesqui- sa diretamente relacionados ao tema, com o obje- tivo prioritário da difusão científica. Neste bimestre (março - abril), o tema abordado é Educação Escolar Quilombola (EEQ) e o BPQ#3 | Pesquisa os temas Corpo, Consulta Prévia e Contribuições Pós-coloniais: https://cebrap.org.br/wp-content/uploads/2021/05/BPQ3-28abril.pdf




Instagram: https://www.instagram.com/p/CPBp4WMJnWU/

Twitter: https://twitter.com/cebrap/status/1394736379393978368

Facebook: https://www.facebook.com/pesquisacebrap/posts/3953727567996468

LinkedIn: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6800512308511559680

BPQ#2 | Entrevista Givânia Maria da Silva

O Boletim Panorama Quilombola é um projeto do Programa Quilombos: memórias, configurações regionais e os desafios da desdemocratização, desenvolvido pelo Núcleo Afro-Cebrap em parceria com o LaPPA - Laboratório de Pesquisa e Extensão com Povos Ameríndio, Afroamericanos e Tradicionais (CERES-IFCH), da Unicamp. Seu objetivo é dar visibilidade à temática quilombola, abordando-a de forma qualificada, por meio de uma linguagem acessível, a partir do diálogo entre a militância e a academia. Nosso foco está no monitoramento da abordagem do tema na mídia, na produção de breves dossiês temáticos e de entrevistas com personagens quilombolas de destaque.


O BPQ | Entrevista apresenta trechos de en- trevistas com personalidades importantes da história ou da articulação política, social ou cultural do movi- mento quilombola contemporâneo. As entrevistas, re- alizadas por meio de rodas de conversa com a equipe BPQ e pesquisadores e militantes convidados, fazem parte do projeto de História Oral do Movimento Quilombola. Neste bimestre (março - abril), o tema abordado é Educação Escolar Quilombola (EEQ) e o BPQ#2 | Entrevista Givânia Maria da Silva: https://cebrap.org.br/wp-content/uploads/2021/04/BPQ2-28abril.pdf





Instagram: https://www.instagram.com/p/CPBp4WMJnWU/

Twitter: https://twitter.com/cebrap/status/1394736379393978368

Facebook: https://www.facebook.com/pesquisacebrap/posts/3953727567996468

terça-feira, 4 de maio de 2021

Boletim Panorama Quilombola #1 | Mídia

O Boletim Panorama Quilombola é um projeto do Programa Quilombos: memórias, configurações regionais e os desafios da desdemocratização, desenvolvido pelo Núcleo Afro-Cebrap em parceria com o LaPPA - Laboratório de Pesquisa e Extensão com Povos Ameríndio, Afroamericanos e Tradicionais (CERES-IFCH), da Unicamp. Seu objetivo é dar visibilidade à temática quilombola, abordando-a de forma qualificada, por meio de uma linguagem acessível, a partir do diálogo entre a militância e a academia. Nosso foco está no monitoramento da abordagem do tema na mídia, na produção de breves dossiês temáticos e de entrevistas com personagens quilombolas de destaque.

O BPQ | Mídia apresenta balanços semestrais das notícias e informes veiculados na imprensa nacional, regional e local, assim como nas mídias sociais, com o objetivo de oferecer um acompanhamento crítico da abordagem do tema na esfera pública, ela mesma produtora de realidade. Neste primeiro volume, apresentamos uma revisão da abordagem das comunidades quilombolas pela mídia nacional ao longo de todo o ano de 2020: https://bityli.com/A095S





Instagram: https://www.instagram.com/p/CPBp4WMJnWU/

Twitter: https://twitter.com/cebrap/status/1394736379393978368

Facebook: https://www.facebook.com/pesquisacebrap/posts/3953727567996468

LinkedIn: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6800512308511559680

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Antropologia e pandemia: escalas e conceitos

Artigo em parceria com Taniele Rui, Isadora Lins França, Bernardo Fonseca Machado, Gustavo Rossi

Horizontes Antropológicos

versão impressa ISSN 0104-7183versão On-line ISSN 1806-9983

Resumo

RUI, Taniele et al. Antropologia e pandemia: escalas e conceitos. Horiz. antropol. [online]. 2021, vol.27, n.59, pp.27-47.  Epub 03-Maio-2021. ISSN 1806-9983.  http://dx.doi.org/10.1590/s0104-71832021000100002.


Diante da profusão de respostas intelectuais à pandemia do Sars-Cov-2, este artigo propõe sistematizar algumas das publicações realizadas pelas ciências humanas nos meses de março a junho de 2020. Inicialmente pensado como conteúdo para estudantes dos cursos de graduação, foram lidos textos presentes no volume Sopa de Wuhan, no site n-1 edições, no “Observatório do CEMI - COVID-19” (CEMI/Unicamp), no Boletim Cientistas Sociais e o Coronavírus (Anpocs), e no site antropoLÓGICAS EPIDÊMICAS (UFRGS). A leitura dessa produção, marcada por textos relativamente curtos, em formatos variados, de rápida escrita e circulação, com caráter ora ensaístico, ora analítico, sugere dois principais eixos temáticos referentes 1) à problemática da escala; 2) à problemática do biopoder e dos governos. Ao fazer um recorte instantâneo das reações mais imediatas à crise, observamos perspectivas e conceitos-chave lançados pelas ciências humanas para compreensão do mundo contemporâneo.

Palavras-chave : pandemia; Covid-19; ciências sociais; antropologia.

        · resumo em Inglês     · texto em Português     · Português ( pdf )


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

O impacto da covid-19 sobre as comunidades quilombolas

 




Informativo Desigualdades raciais e Covid-19 #6

Afro-CEBRAP, Janeiro 2021

José Maurício Arruti | pesquisador Afro, professor Unicamp, bolsista CNPq
Cassius Cruz | pesquisador Afro
Alexander Pereira | pesquisador Afro, bolsista PIBIC Unicamp
Juliana Sartori | pesquisadora LaPPA-Unicamp
Caio Jardim Sousa | pesquisador Afro
Hugo Nicolau Barbosa de Gusmão | pesquisador Afro
Thayla Bicalho Bertolozzi | pesquisadora Afro

 Em parceria com a Plataforma Observatório da Covid-19 nos Quilombos (CONAQ; ISA)


Resumo executivo


• Distribuição territorial: há 6.023 localidades quilombolas no país, distribuídas por 1.674 municípios – o equivalente a 30% dos municípios do país (Tabela 1, p. 6). Em geral, agrupamentos quilombolas encontram-se sobretudo nos seguintes estados: Bahia, Minas Gerais e Maranhão – juntos, estes reúnem quase metade das localidades quilombolas de todo o Brasil (Mapa 1, p. 7; Gráfico 1, p. 8).

• Pandemia e óbitos: Os estados com mais óbitos quilombolas registrados são Pará, Rio de Janeiro e Amapá (Gráfico 5, p. 20), sendo Norte, Sudeste e Nordeste (Gráfico 6, p. 21) as regiões com maior contingente. Além disso, 65% das mortes correspondem a quilombolas de mais de 60 anos de idade (Gráfico 8, p. 22).

• Políticas insuficientes: a "inação" do Governo Federal (pp. 18-20) se comprova, inclusive, por meio do apagamento da Fundação Cultural Palmares como órgão competente e relevante na proteção e atuação das causas quilombolas. Apesar de uma cartilha publicada pela instituição e da distribuição de algumas cestas básicas, esta seguiu cancelando comemorações relacionadas ao Dia da Consciência Negra, virtuais e presenciais, e suprimindo artistas de sua lista de personalidades notáveis negras. Enquanto isso, os índices de contaminação e óbitos permaneceram crescentes, sem efetivas políticas públicas adequadas às comunidades que seguem, inclusive, com desigualdades de renda (p. 13).

• O retrato midiático: na mídia nacional, notícias sobre contaminações por covid-19, mortes - inclusive afetando tradições orais -, problemas no acesso à saúde e à testagem, insegurança alimentar, desigualdade de renda, orientações e/ou medidas jurídicas e desigualdades habitacionais (como acesso precário ou ausente à eletricidade, saneamento, água potável etc) também foram as mais recorrentes, de acordo com dados de um clipping próprio (p. 45).



Como citar: 
ARRUTI, José Maurício et al. O impacto da Covid-19 sobre as comunidades quilombolas. Informativos Desigualdades Raciais e Covid-19, AFRO-CEBRAP, n. 6, 2021. Disponível em: http://bit.ly/afro_info_6